A decisão sobre o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), que o governo federal está elaborando para universalizar o uso da internet no Brasil, foi adiada de novo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez nesta quinta-feira, 8/4, duas rodadas de reuniões que não apresentaram conclusão. O encontro terminou ainda há pouco em Brasília e Lula pediu um novo encontro para os próximos dias.
Um grupo de ministros e técnicos do governo participaram das duas reuniões para apresentar as propostas do PNBL ao presidente. A primeira parte foi de manhã e interrompida por causa da agenda de Lula que tinha um almoço no Palácio do Itamaraty com o presidente de Mali. A segunda etapa, retomou às 17h20 e terminou por volta das 19 horas.
Esse foi o terceiro encontro entre Lula e sua equipe para definir como será a implantação do PNBL. Uma próxima reunião deverá acontecer nos próximos dias. Não se sabe se haverá um encontro na próxima semana, já que Lula estará segunda e terça-feira em Washington (EUA).
Audiência no congresso
O PNBL foi um dos assuntos principais discutidos nesta quinta-feira em Brasília. Além das duas rodadas de reuniões com Lula, o programa foi tema de uma audiência públiva convocada pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI) da Câmara dos Deputados.
Foi a segunda audiência publica com membros da CCTCI, técnicos do governo e representantes do setor de telecom para saber como o PNBL será implantado no Brasil.
Fonte: http://computerworld.uol.com.br/telecom/2010/04/08/governo-adia-de-novo-decisao-sobre-plano-nacional-de-banda-larga
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sexta-feira, 9 de abril de 2010
quarta-feira, 24 de março de 2010
Pai do :-) ataca emoticons animados
No dia 19 de setembro de 1982, o cientista norte-americano Scott Fahlman, então com 34 anos, acordou tarde. Já passava das 11h da manhã em Pittsburgh, na Pensilvânia, quando ele pulou da cama. Como de costume, a primeira coisa que fez foi se debruçar sobre o computador. Exatamente às 11h44, disparou um e-mail para o fórum on-line do qual fazia parte na Universidade Carnegie Mellon. Nascia ali o primeiro emoticon da rede.
"De vários ângulos, aquela foi uma das coisas mais desinteressantes que já fiz na vida", diz o Fahlman, hoje com 62 anos, em entrevista à Folha Online.
Seu recado foi curto e objetivo. Teve pouco menos de 170 caracteres. Cansado de mal-entendidos surgidos na troca de e-mails entre pesquisadores e estudantes, que misturavam assuntos sérios com recados humorísticos quase nunca interpretados de forma bem-humorada, Fahlman sugeriu: quando estivessem contando piadas, colocariam :-). Caso enveredassem para temas importantes, a mensagem viria com um compulsório :-(.
Seu e-mail é o mais antigo registro do uso de emoticon em uma rede --mais especificamente na Arpanet, embrião da internet. Para muitos, é a própria invenção da carinha, embora o pesquisador admita tentativas mais antigas de se montar uma expressão facial por meio de caracteres, só que no mundo off-line e de outras maneiras.
Alguns meses depois da mensagem seminal, as carinhas de Fahlman tinham se espalhado por outros fóruns. O cientista notou que, conforme seu e-mail circulava pelos EUA e em outros países, novos emoticons iam surgindo. De óculos escuros, boca aberta, com boné e até uma versão do Papai Noel.
Fahlman, um prestigiado estudioso de inteligência artificial, diz nunca ter ganho um centavo com sua Mona Lisa montada à base de símbolos gráficos. Por outro lado, mostra-se orgulhoso da invenção ao rechaçar os emoticons animados. Também relativiza a ideia de que o uso desse tipo de muleta verbal torne as pessoas mais preguiçosas na hora de articular ideias.
"Nem todos têm a habilidade literária de [William] Shakespeare ou [Mark] Twain, e mesmo os gênios têm seus dias ruins", diz, em sua página na internet. Além disso, "se Shakespeare estivesse fazendo uma breve nota de reclamação sobre a falta de vagas de estacionamento, ele provavelmente ia produzir a mesma prosa desleixada que nós".
Folha Online - O sr. já conseguiu algum dinheiro com sua "invenção"?
Scott Fahlman - Eu nunca tirei dinheiro disso e nem acho que seria possível. Se as pessoas precisassem ter uma permissão ou pagar royalties para usar os símbolos :-) e :-(, elas simplesmente procurariam outra coisa para usar no lugar. Então, para o bem ou para o mal, esse tem sido o meu pequeno presente para o mundo.
Uma ou duas mesas de palestras entraram em contato comigo, mas estou ocupado demais com as pesquisas para gastar tempo dando palestra por dinheiro. De qualquer forma, não tenho muito a dizer sobre os dez minutos da minha vida em que elaborei o :-) e coloquei numa mensagem. De vários ângulos, aquela foi uma das coisas mais desinteressantes que já fiz na vida.
Folha Online - Que tipo de trabalho o sr. tinha antes de sugerir o uso de emoticons em um grupo de e-mails?
Fahlman - Eu tinha o mesmo emprego que tenho hoje: sou professor de pesquisa na Universidade Carnegie Mellon em Pittsburgh, trabalhando com inteligência artificial --sobretudo em tentar reproduzir o conhecimento do "senso comum" em um computador e fazê-lo entender a linguagem natural. Estamos progredindo, mas é uma equação muito difícil.
Folha Online - O que o sr. pensa sobre os emoticons animados, usados sobretudo em programas de mensagens instantâneas?
Fahlman - Não gosto daqueles círculos amarelos e dos emoticons animados. São feios, meio que estragam toda a diversão. É mais desafiador tentar descobrir maneiras de expressar as emoções humanas usando só o conjunto padrão de caracteres do alfabeto romano. Suponho também que eu prefira esse tipo de emoticon porque desempenhei um papel na sua invenção.
Folha Online - O sr. concorda que essas carinhas tornam as pessoas mais preguiçosas na hora de se expressarem?
Fahlman - Elas economizam esforço se você quiser indicar explicitamente que algo é uma brincadeira. O que é preguiça para alguns é eficiência para outros.
Folha Online - Qual é o seu emoticon favorito?
Fahlman - Eu recebo crédito pelos :-) e :-(. Outro que as pessoas usam frequentemente e que eu gostaria de ter inventado é a carinha piscando;-). E talvez o emoticon que grita :-O.
Folha Online - O sr. se considera uma pessoa mais :-) ou :-(?
Fahlman - Bom, há algumas coisas ruins no mundo, outras boas e há ainda as coisas neutras. Cabe a cada indivíduo focar no :-( ou no :-). Tive dias ruins, algumas vezes sem qualquer motivo óbvio, mas, felizmente, me recuperei rapidamente. Tenho tido muita sorte na vida. Basicamente, sou uma pessoa feliz.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u710992.shtml
"De vários ângulos, aquela foi uma das coisas mais desinteressantes que já fiz na vida", diz o Fahlman, hoje com 62 anos, em entrevista à Folha Online.
Seu recado foi curto e objetivo. Teve pouco menos de 170 caracteres. Cansado de mal-entendidos surgidos na troca de e-mails entre pesquisadores e estudantes, que misturavam assuntos sérios com recados humorísticos quase nunca interpretados de forma bem-humorada, Fahlman sugeriu: quando estivessem contando piadas, colocariam :-). Caso enveredassem para temas importantes, a mensagem viria com um compulsório :-(.
Seu e-mail é o mais antigo registro do uso de emoticon em uma rede --mais especificamente na Arpanet, embrião da internet. Para muitos, é a própria invenção da carinha, embora o pesquisador admita tentativas mais antigas de se montar uma expressão facial por meio de caracteres, só que no mundo off-line e de outras maneiras.
Alguns meses depois da mensagem seminal, as carinhas de Fahlman tinham se espalhado por outros fóruns. O cientista notou que, conforme seu e-mail circulava pelos EUA e em outros países, novos emoticons iam surgindo. De óculos escuros, boca aberta, com boné e até uma versão do Papai Noel.
Fahlman, um prestigiado estudioso de inteligência artificial, diz nunca ter ganho um centavo com sua Mona Lisa montada à base de símbolos gráficos. Por outro lado, mostra-se orgulhoso da invenção ao rechaçar os emoticons animados. Também relativiza a ideia de que o uso desse tipo de muleta verbal torne as pessoas mais preguiçosas na hora de articular ideias.
"Nem todos têm a habilidade literária de [William] Shakespeare ou [Mark] Twain, e mesmo os gênios têm seus dias ruins", diz, em sua página na internet. Além disso, "se Shakespeare estivesse fazendo uma breve nota de reclamação sobre a falta de vagas de estacionamento, ele provavelmente ia produzir a mesma prosa desleixada que nós".
Folha Online - O sr. já conseguiu algum dinheiro com sua "invenção"?
Scott Fahlman - Eu nunca tirei dinheiro disso e nem acho que seria possível. Se as pessoas precisassem ter uma permissão ou pagar royalties para usar os símbolos :-) e :-(, elas simplesmente procurariam outra coisa para usar no lugar. Então, para o bem ou para o mal, esse tem sido o meu pequeno presente para o mundo.
Uma ou duas mesas de palestras entraram em contato comigo, mas estou ocupado demais com as pesquisas para gastar tempo dando palestra por dinheiro. De qualquer forma, não tenho muito a dizer sobre os dez minutos da minha vida em que elaborei o :-) e coloquei numa mensagem. De vários ângulos, aquela foi uma das coisas mais desinteressantes que já fiz na vida.
Folha Online - Que tipo de trabalho o sr. tinha antes de sugerir o uso de emoticons em um grupo de e-mails?
Fahlman - Eu tinha o mesmo emprego que tenho hoje: sou professor de pesquisa na Universidade Carnegie Mellon em Pittsburgh, trabalhando com inteligência artificial --sobretudo em tentar reproduzir o conhecimento do "senso comum" em um computador e fazê-lo entender a linguagem natural. Estamos progredindo, mas é uma equação muito difícil.
Folha Online - O que o sr. pensa sobre os emoticons animados, usados sobretudo em programas de mensagens instantâneas?
Fahlman - Não gosto daqueles círculos amarelos e dos emoticons animados. São feios, meio que estragam toda a diversão. É mais desafiador tentar descobrir maneiras de expressar as emoções humanas usando só o conjunto padrão de caracteres do alfabeto romano. Suponho também que eu prefira esse tipo de emoticon porque desempenhei um papel na sua invenção.
Folha Online - O sr. concorda que essas carinhas tornam as pessoas mais preguiçosas na hora de se expressarem?
Fahlman - Elas economizam esforço se você quiser indicar explicitamente que algo é uma brincadeira. O que é preguiça para alguns é eficiência para outros.
Folha Online - Qual é o seu emoticon favorito?
Fahlman - Eu recebo crédito pelos :-) e :-(. Outro que as pessoas usam frequentemente e que eu gostaria de ter inventado é a carinha piscando;-). E talvez o emoticon que grita :-O.
Folha Online - O sr. se considera uma pessoa mais :-) ou :-(?
Fahlman - Bom, há algumas coisas ruins no mundo, outras boas e há ainda as coisas neutras. Cabe a cada indivíduo focar no :-( ou no :-). Tive dias ruins, algumas vezes sem qualquer motivo óbvio, mas, felizmente, me recuperei rapidamente. Tenho tido muita sorte na vida. Basicamente, sou uma pessoa feliz.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u710992.shtml
terça-feira, 16 de março de 2010
Vendas pela internet movimentam R$ 10,6 bi em 2009 e crescem 30%
As compras feitas pela internet no ano passado totalizaram R$ 10,6 bilhões, com alta de 30% no confronto com o mesmo período em 2008, de acordo com pesquisa da e-bit, consultoria de comércio eletrônico.
Os números divulgados nesta terça-feira não consideram as vendas de veículos, passagens aéreas e leilões virtuais. Cerca de 17,6 milhões de consumidores brasileiros já haviam feito pelo menos uma compra pela internet ao final de 2009, segundo o levantamento, com crescimento de 33%. O número representa 26% dos internautas no Brasil, o que mostra, segundo a consultoria, que ainda há muito espaço para crescer.
Entre os motivos do aumento no faturamento está a entrada das Casas Bahia, em fevereiro de 2009, no mundo virtual. Com a chegada do varejista francês Carrefour no comércio eletrônico neste mês, todas as grandes redes presentes do país agora oferecem aos clientes a possibilidade de compras pelo mundo virtual.
Livros, revistas e jornais lideram as vendas virtuais, seguidos de saúde, beleza e medicamentos.
Com a redução de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para a linha branca, os eletrodomésticos garantiram a terceira posição no ranking, logo à frente de itens de informática e eletrônicos.
No ano passado, 79% das entregas foram feitas dentro do prazo, com destaque negativo para o Nordeste (73%). O índice de atrasos foi maior na região, de acordo com a e-bit, pelo fato de a maioria dos centros de distribuição das lojas virtuais se concentrar no Sudeste.
Para 2010, a previsão é movimentar R$ 13,6 bilhões, repetindo o ritmo de expansão de 30% superior ao registrado no ano anterior. Ao final do 1º semestre, a projeção da e-bit é que 19,8 milhões de pessoas tenham adquirido pelo menos um produto pela internet e, para dezembro, a previsão é que o número chegue a 23 milhões.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u707493.shtml
Os números divulgados nesta terça-feira não consideram as vendas de veículos, passagens aéreas e leilões virtuais. Cerca de 17,6 milhões de consumidores brasileiros já haviam feito pelo menos uma compra pela internet ao final de 2009, segundo o levantamento, com crescimento de 33%. O número representa 26% dos internautas no Brasil, o que mostra, segundo a consultoria, que ainda há muito espaço para crescer.
Entre os motivos do aumento no faturamento está a entrada das Casas Bahia, em fevereiro de 2009, no mundo virtual. Com a chegada do varejista francês Carrefour no comércio eletrônico neste mês, todas as grandes redes presentes do país agora oferecem aos clientes a possibilidade de compras pelo mundo virtual.
Livros, revistas e jornais lideram as vendas virtuais, seguidos de saúde, beleza e medicamentos.
Com a redução de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para a linha branca, os eletrodomésticos garantiram a terceira posição no ranking, logo à frente de itens de informática e eletrônicos.
No ano passado, 79% das entregas foram feitas dentro do prazo, com destaque negativo para o Nordeste (73%). O índice de atrasos foi maior na região, de acordo com a e-bit, pelo fato de a maioria dos centros de distribuição das lojas virtuais se concentrar no Sudeste.
Para 2010, a previsão é movimentar R$ 13,6 bilhões, repetindo o ritmo de expansão de 30% superior ao registrado no ano anterior. Ao final do 1º semestre, a projeção da e-bit é que 19,8 milhões de pessoas tenham adquirido pelo menos um produto pela internet e, para dezembro, a previsão é que o número chegue a 23 milhões.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u707493.shtml
sábado, 13 de março de 2010
Brasil atinge 2 milhões de domínios '.br'
O '.br' levou 17 anos para chegar ao primeiro milhão de domínios registrados e pouco mais de três anos para dobrar o volume, destaca NIC.br.
O Brasil alcançou a marca de 2 milhões de domínios '.br' na quinta-feira (11/3), anunciou o NIC.br (Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR), na quinta-feira (11/3). A coordenação dos registros de nomes de domínio no País é feita pelo serviço Registro.br.
A soma já havia sido prevista pelo diretor-presidente do NIC.br - braço executivo do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) -, Demi Getschko, em entrevista ao IDG Now!. Segundo ele, o '.br' levou 17 anos para chegar ao primeiro milhão de domínios registrados e pouco mais de três anos para dobrar o volume.
Mesmo durante a crise financeira mundial entre os anos de 2008 e 2009, a taxa de crescimento de registros de domínios se manteve estável, em torno de 20% anuais, ressalta Getschko, no comunicado do NIC.br.
O código brasileiro publicado há 21 anos, em 1989, está entre os dez com maior número de registros no mundo.
Contando a anuidade de 30 reais cobrada pela manutenção de cada domínio, o NIC.br terá uma receita de mais de 60 milhões por ano.
Fonte: http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/03/12/brasil-atinge-2-milhoes-de-dominios-br
O Brasil alcançou a marca de 2 milhões de domínios '.br' na quinta-feira (11/3), anunciou o NIC.br (Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR), na quinta-feira (11/3). A coordenação dos registros de nomes de domínio no País é feita pelo serviço Registro.br.
A soma já havia sido prevista pelo diretor-presidente do NIC.br - braço executivo do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) -, Demi Getschko, em entrevista ao IDG Now!. Segundo ele, o '.br' levou 17 anos para chegar ao primeiro milhão de domínios registrados e pouco mais de três anos para dobrar o volume.
Mesmo durante a crise financeira mundial entre os anos de 2008 e 2009, a taxa de crescimento de registros de domínios se manteve estável, em torno de 20% anuais, ressalta Getschko, no comunicado do NIC.br.
O código brasileiro publicado há 21 anos, em 1989, está entre os dez com maior número de registros no mundo.
Contando a anuidade de 30 reais cobrada pela manutenção de cada domínio, o NIC.br terá uma receita de mais de 60 milhões por ano.
Fonte: http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/03/12/brasil-atinge-2-milhoes-de-dominios-br
sexta-feira, 5 de março de 2010
Americanos preferem notícias online aos jornais impressos
Uma nova pesquisa mostra que internet já é mais procurada pelos americanos para ler as notícias do que os jornais impressos, embora os canais de TV ainda sejam a primeira opção para a maioria.
Ler notícias online já é a 3ª forma mais popular de acompanhar o que acontece no mundo, de acordo com o estudo do Pew Research Center for people and the press (em português Centro de Pesquisas Pew para as pessoas e a imprensa).
Sessenta e um, por cento dos leitores pesquisados disse obter as notícias pela internet, 78% assiste aos canais de TV locais e 71% acompanha as redes de TV nacionais, como a NBC, a CNN ou Fox News.
O site Tech Radar ressalta ainda que 90% dos entrevistados utilizam mais de um método para se informar.
Amy Mitchell, vice-diretora do Projeto Pew Research Center para a Excelência em Jornalismo, conta que, geralmente, os estadunidenses não possuem um site favorito, mas também não procuram aleatoriamente; a maioria dos consumidores de notícias online lê entre 2 a 5 sites já conhecidos. Apenas 21% confia em apenas um site para obter notícias e informações.
Os assuntos mais populares são a previsão do tempo, eventos nacionais e saúde. Além disso, quase a metade dos entrevistados afirmou gostar das novidades científicas e descobertas e 41% citou religião e espiritualidade, informa o site TG Daily.
A internet, porém, não agrada a todos. Enquanto metade dos entrevistados acredita ser mais fácil ficar informado hoje do que há cinco anos, 70% acham que o volume de informações sobrecarrega o indivíduo. Apenas 50% dos entrevistados afirmaram ser leitores regulares de jornais impressos.
Fonte: http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI4297897-EI4802,00-Americanos+preferem+noticias+online+aos+jornais+impressos.html
Ler notícias online já é a 3ª forma mais popular de acompanhar o que acontece no mundo, de acordo com o estudo do Pew Research Center for people and the press (em português Centro de Pesquisas Pew para as pessoas e a imprensa).
Sessenta e um, por cento dos leitores pesquisados disse obter as notícias pela internet, 78% assiste aos canais de TV locais e 71% acompanha as redes de TV nacionais, como a NBC, a CNN ou Fox News.
O site Tech Radar ressalta ainda que 90% dos entrevistados utilizam mais de um método para se informar.
Amy Mitchell, vice-diretora do Projeto Pew Research Center para a Excelência em Jornalismo, conta que, geralmente, os estadunidenses não possuem um site favorito, mas também não procuram aleatoriamente; a maioria dos consumidores de notícias online lê entre 2 a 5 sites já conhecidos. Apenas 21% confia em apenas um site para obter notícias e informações.
Os assuntos mais populares são a previsão do tempo, eventos nacionais e saúde. Além disso, quase a metade dos entrevistados afirmou gostar das novidades científicas e descobertas e 41% citou religião e espiritualidade, informa o site TG Daily.
A internet, porém, não agrada a todos. Enquanto metade dos entrevistados acredita ser mais fácil ficar informado hoje do que há cinco anos, 70% acham que o volume de informações sobrecarrega o indivíduo. Apenas 50% dos entrevistados afirmaram ser leitores regulares de jornais impressos.
Fonte: http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI4297897-EI4802,00-Americanos+preferem+noticias+online+aos+jornais+impressos.html
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quarta-feira, 3 de março de 2010
TSE: Eleitor pode solicitar título ou mudança de endereço via internet
Pedidos podem ser feitos pelo site do TSE e prazo para solicitações vai até o dia 5 de maio.
O eleitor que precisar mudar o endereço registrado no título de eleitor tem até 5 de maio para fazer a transferência. O prazo também vale para quem vai tirar a primeira via do documento. Mas o que muitos não sabem é que esse processo pode ser iniciado sem sair de casa.
Desde julho de 2009, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) disponibiliza o serviço Título Net, que permite aos usuários fazer seus requerimentos a partir de qualquer computador conectado à internet.
O sistema não faz tudo, mas facilita: trata-se de um pré-atendimento. Depois de realizar o requerimento, o eleitor precisa imprimir um protocolo e comparecer a um cartório eleitoral para comprovar os documentos e concluir o atendimento. O site permite que o cidadão acompanhe o andamento do processo e oferce página com respostas a dúvidas comuns que os eleitores possam ter em relação ao serviço.
Incompatibilidade
O único problema é que a página só funciona corretamente navegadores Internet Explorer e Google Chrome. Ao tentar fazer um requerimento no Firefox, Safari ou Opera, a confirmação captcha falha e o site diz que os “dados de identificação não conferem”, não permitindo avançar para a próxima página. O teste foi realizado com as versões mais recentes de cada navegador.
O sistema captcha é um recurso automatizado que verifica se os dados foram inseridos por uma pessoa ou por um software para evitar fraudes de usuários mal intencionados.
Fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/03/03/tse-eleitor-pode-solicitar-titulo-ou-mudanca-de-endereco-via-internet
O eleitor que precisar mudar o endereço registrado no título de eleitor tem até 5 de maio para fazer a transferência. O prazo também vale para quem vai tirar a primeira via do documento. Mas o que muitos não sabem é que esse processo pode ser iniciado sem sair de casa.
Desde julho de 2009, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) disponibiliza o serviço Título Net, que permite aos usuários fazer seus requerimentos a partir de qualquer computador conectado à internet.
O sistema não faz tudo, mas facilita: trata-se de um pré-atendimento. Depois de realizar o requerimento, o eleitor precisa imprimir um protocolo e comparecer a um cartório eleitoral para comprovar os documentos e concluir o atendimento. O site permite que o cidadão acompanhe o andamento do processo e oferce página com respostas a dúvidas comuns que os eleitores possam ter em relação ao serviço.
Incompatibilidade
O único problema é que a página só funciona corretamente navegadores Internet Explorer e Google Chrome. Ao tentar fazer um requerimento no Firefox, Safari ou Opera, a confirmação captcha falha e o site diz que os “dados de identificação não conferem”, não permitindo avançar para a próxima página. O teste foi realizado com as versões mais recentes de cada navegador.
O sistema captcha é um recurso automatizado que verifica se os dados foram inseridos por uma pessoa ou por um software para evitar fraudes de usuários mal intencionados.
Fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/03/03/tse-eleitor-pode-solicitar-titulo-ou-mudanca-de-endereco-via-internet
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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Desfile da Portela gera mais de 10 mil mensagens e 7.300 fotos via celular
No ritmo da inclusão digital, escola de samba usou interatividade como alegoria exibindo frases e fotos enviadas por dispositivos móveis.
Mais de 10 mil mensagens de texto e 7.300 fotos foram enviadas, via celular, para o desfile da Portela, na Marquês de Sapucaí, durante o Carnaval do Rio de Janeiro. As frases e imagens selecionadas foram exibidas em seis telões instalados em um carro alegórico durante o desfile.
A interatividade foi um dos elementos usados pela escola de samba carioca que se baseou na internet e na inclusão digital em seu enredo "Derrubando fronteiras, conquistando a liberdade, o Rio de paz em estado de graça".
O balanço foi informado nesta quarta-feira (17/2) pela fabricante de computadores Positivo Informática, um dos patrocinadores da Portela e a criadora da campanha "Positivo Pra Nação".
A ação buscava incentivar o público a enviar fotos e mensagens de texto (SMS) pelo celular com a palavra 'portela'. As imagens e torpedos foram exibidos em um carro alegórico durante o desfile da escola na Marquês de Sapucaí.
"A oportunidade de amplificar o conceito de inclusão social por meio do tema escolhido pela Portela coincidiu com os nossos ideais e compromissos", disse o diretor de Marketing da Positivo Informática, César Aymoré.
Fonte: http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/02/17/desfile-da-portela-gera-mais-de-10-mil-mensagens-de-texto-na-sapucai
Mais de 10 mil mensagens de texto e 7.300 fotos foram enviadas, via celular, para o desfile da Portela, na Marquês de Sapucaí, durante o Carnaval do Rio de Janeiro. As frases e imagens selecionadas foram exibidas em seis telões instalados em um carro alegórico durante o desfile.
A interatividade foi um dos elementos usados pela escola de samba carioca que se baseou na internet e na inclusão digital em seu enredo "Derrubando fronteiras, conquistando a liberdade, o Rio de paz em estado de graça".
O balanço foi informado nesta quarta-feira (17/2) pela fabricante de computadores Positivo Informática, um dos patrocinadores da Portela e a criadora da campanha "Positivo Pra Nação".
A ação buscava incentivar o público a enviar fotos e mensagens de texto (SMS) pelo celular com a palavra 'portela'. As imagens e torpedos foram exibidos em um carro alegórico durante o desfile da escola na Marquês de Sapucaí.
"A oportunidade de amplificar o conceito de inclusão social por meio do tema escolhido pela Portela coincidiu com os nossos ideais e compromissos", disse o diretor de Marketing da Positivo Informática, César Aymoré.
Fonte: http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/02/17/desfile-da-portela-gera-mais-de-10-mil-mensagens-de-texto-na-sapucai
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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Brasil atingiu 66,3 milhões de internautas em 2009
Brasileiros bateram recorde de navegação mensal de 44 horas, no ano passado. Acesso residencial somou 28,5 milhões, informa Ibope Nielsen Online.
O Brasil registrou 66,3 milhões de brasileiros com acesso à web em 2009, considerando conexão em casa, no trabalho e em locais públicos, informou o Ibope Nilsen Online nesta quarta-feira (10/2).
Pelo critério do Ibope, o número reflete o número de brasileiros com a possibilidade de conexão em dezembro, sem que necessariamente todos tenham navegado.
O número de internautas ativos no Brasil (ou seja, que navegou comprovadamente no período) atingiu 36,6 milhões em dezembro tanto em casa como no trabalho.
Como não mede o acesso vindo de pontos de acesso público, o Ibope não contempla LAN houses e telecentros entre os internautas ativos no Brasil.
Os brasileiros se mantém na liderança em horas mensais navegadas, em relação aos outros países pesquisados pela Nielsen.
Em dezembro de 2009, o Brasil registrou uma média de 44 horas navegadas, superando Estados Unidos (40 horas mensais), Austrália (39 horas) e França (38 horas).
O número de internautas residenciais chegou a 28,5 milhões de brasileiros, aumento de 16% em relação aos 24,5 milhões registrados em dezembro de 2008.
A comparação com o total de internautas ativos no Brasil no ano anterior não é possível já que o Ibope Nielsen Online só começou a computar o acesso dentro das empresas em maio.
Na ocasião, a consultoria afirmou que o País atingiu 34,5 milhões de internautas, o que configura aumento de 6% no número referente a dezembro de 2009.
"Não é um crescimento pequeno, mas domicílios tá crescendo mais. As pessoas estão navegando mais em casa mesmo. Se ele usava antes em outros lugares (como trabalho ou LAN house), ele está deixando para navegar em casa", afirma o analista de internet do Ibope Nielsen Online, José Calazans.
O que atraiu mais audiência no Brasil
Entre as categorias que mais atraíram atenção dos brasileiros, a Telecom/Serviços de Internet lidera, com 34,58 milhões de internautas e tempo mensal médio de navegação de 9 horas.
A categoria inclui serviços de e-mail, comunicadores instantâneos e sites de download e hospedagem.
Na segunda posição está a categoria Buscadores, Portais e Comunidades, com 34,51 milhões de internautas e 6 horas e 43 minutos de tempo médio navegado durante o mês.
Além de redes sociais, como Orkut e Facebook, a categoria contempla também acesso a plataformas de blogs, como Blogspot e WordPress, além de buscadores (como Google, Yahoo e Bing) e portais (como UOL, iG, Terra, Globo.com, MSN e Yahoo).
A categoria Entretenimento, que engloba sites de vídeos (como YouTube e vídeos de portais), espores, games, música, humor e adultos, aparece em terceiro, com 31,6 milhões de internautas e 4 horas e 55 minutos médios em dezembro.
Fonte: http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/02/10/brasil-atingiu-66-3-milhoes-de-internautas-ativos-em-2009/
O Brasil registrou 66,3 milhões de brasileiros com acesso à web em 2009, considerando conexão em casa, no trabalho e em locais públicos, informou o Ibope Nilsen Online nesta quarta-feira (10/2).
Pelo critério do Ibope, o número reflete o número de brasileiros com a possibilidade de conexão em dezembro, sem que necessariamente todos tenham navegado.
O número de internautas ativos no Brasil (ou seja, que navegou comprovadamente no período) atingiu 36,6 milhões em dezembro tanto em casa como no trabalho.
Como não mede o acesso vindo de pontos de acesso público, o Ibope não contempla LAN houses e telecentros entre os internautas ativos no Brasil.
Os brasileiros se mantém na liderança em horas mensais navegadas, em relação aos outros países pesquisados pela Nielsen.
Em dezembro de 2009, o Brasil registrou uma média de 44 horas navegadas, superando Estados Unidos (40 horas mensais), Austrália (39 horas) e França (38 horas).
O número de internautas residenciais chegou a 28,5 milhões de brasileiros, aumento de 16% em relação aos 24,5 milhões registrados em dezembro de 2008.
A comparação com o total de internautas ativos no Brasil no ano anterior não é possível já que o Ibope Nielsen Online só começou a computar o acesso dentro das empresas em maio.
Na ocasião, a consultoria afirmou que o País atingiu 34,5 milhões de internautas, o que configura aumento de 6% no número referente a dezembro de 2009.
"Não é um crescimento pequeno, mas domicílios tá crescendo mais. As pessoas estão navegando mais em casa mesmo. Se ele usava antes em outros lugares (como trabalho ou LAN house), ele está deixando para navegar em casa", afirma o analista de internet do Ibope Nielsen Online, José Calazans.
O que atraiu mais audiência no Brasil
Entre as categorias que mais atraíram atenção dos brasileiros, a Telecom/Serviços de Internet lidera, com 34,58 milhões de internautas e tempo mensal médio de navegação de 9 horas.
A categoria inclui serviços de e-mail, comunicadores instantâneos e sites de download e hospedagem.
Na segunda posição está a categoria Buscadores, Portais e Comunidades, com 34,51 milhões de internautas e 6 horas e 43 minutos de tempo médio navegado durante o mês.
Além de redes sociais, como Orkut e Facebook, a categoria contempla também acesso a plataformas de blogs, como Blogspot e WordPress, além de buscadores (como Google, Yahoo e Bing) e portais (como UOL, iG, Terra, Globo.com, MSN e Yahoo).
A categoria Entretenimento, que engloba sites de vídeos (como YouTube e vídeos de portais), espores, games, música, humor e adultos, aparece em terceiro, com 31,6 milhões de internautas e 4 horas e 55 minutos médios em dezembro.
Fonte: http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/02/10/brasil-atingiu-66-3-milhoes-de-internautas-ativos-em-2009/
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Cyberbullying preocupa 16% dos internautas jovens no Brasil
A prática do cyberbullying, ou intimidação virtual, representa um dos maiores riscos da internet para 16% dos jovens brasileiros conectados à rede. Isso é o que mostra uma pesquisa realizada em fevereiro de 2010 pela Safernet, ONG de defesa dos direitos humanos na internet, envolvendo 2.160 internautas do país com idades entre 10 e 17 anos.
Esse mesmo estudo indica que 38% dos jovens reconhecem ter um amigo que já foi vítima de cyberbullying – quando sofrem atitudes agressivas, intencionais e repetitivas no universo virtual, vindas de uma pessoa ou de um grupo. Os números mostram, no entanto, que apenas 7% dos entrevistados já ouviram o desabafo de seus amigos sobre a vivência de situações de agressão e humilhação na internet.
Uma pesquisa global, da empresa de segurança Trend Micro, indica que um terço dos jovens ativos na internet já passou por situações semelhantes. Também por conta dessa prática agressiva, o Dia da Internet Segura, realizado em 55 países nesta terça-feira (9), teve o tema “pense antes de postar”, com um alerta sobre os perigos das informações que são divulgadas de forma irresponsável na web.
Consequências extremas
Um exemplo bastante conhecido sobre as conseqüências negativas e extremas do cyberbullying é o da jovem Megan Meier, que se suicidou nos Estados Unidos em 2006, aos 13 anos. A responsável pela intimidação virtual da jovem foi Lori Drew, de 49 anos. Ela criou um perfil falso no MySpace de um jovem de 16 anos para humilhar Megan, que teria espalhado boatos sobre sua filha. Ambas eram vizinhas e frequentavam a mesma escola em St. Louis, no Estado do Missouri.
Megan tinha histórico de depressão e passou a trocar mensagens com o "rapaz", que dizia ter acabado de se mudar para o mesmo bairro. Meses depois, o falso jovem rompeu a amizade virtual com Megan, em uma mensagem que dizia que "o mundo ficaria melhor sem ela". Em seguida, a jovem se enforcou.
Brasil
O Brasil não tem casos tão emblemáticos, mas a prática do cyberbullying também é comum por aqui. Comunidades e perfis falsos no Orkut, contas fraudulentas no Twitter e blogs anônimos são algumas das formas encontradas pelos agressores virtuais para atormentar suas vítimas.
Na comunidade “Sofro ou já sofri bullying”, no Orkut, por exemplo, é possível encontrar o depoimento anônimo de uma pessoa que diz ser agredida virtualmente por colegas de sua escola, em Salvador. “Ultimamente algumas meninas (mesmo eu mudando de sala, elas ainda me atormentam) andam me chamando de vaca pelo Orkut. Pelos comentários de fotos da minha melhor amiga. Ela já tentou apagar, mas sempre botam de novo”, escreveu a vítima, descrevendo em seguida algumas frases de suas agressoras.
O caso da ex-estudante de Turismo Geisy Arruda, que em novembro do ano passado foi hostilizada por ir à universidade usando um vestido curto, poderia ter se tornado um caso de cyberbullyng se a jovem não tivesse revertido a situação a seu favor. Depois de ser escoltada por policiais para sair da Uniban, em São Bernardo do Campo (SP), o vídeo dos estudantes xingando Geisy foi parar no YouTube e o link passou a ser twittado por diversos internautas brasileiros, contribuindo assim para a fama repentina da loira. A primeira reação de muitos internautas foi xingar e criticar a então estudante.
No meio do turbilhão, ela participou de diversos programas de TV, reportagens para os maiores veículos de comunicação nacionais e chegou a aparecer no “New York Times”. Passada a confusão, Geisy aproveita o lado bom da fama: terá destaque em desfiles no Carnaval, fez cirurgias estéticas pagas por simpatizantes e atraiu um público virtual de mais de 7 mil pessoas no Bate-Papo do UOL, no final de janeiro.
Fonte: http://tecnologia.uol.com.br/seguranca/ultimas-noticias/2010/02/10/cyberbullying-preocupa-16-dos-jovens-brasileiros-diz-pesquisa.jhtm
Esse mesmo estudo indica que 38% dos jovens reconhecem ter um amigo que já foi vítima de cyberbullying – quando sofrem atitudes agressivas, intencionais e repetitivas no universo virtual, vindas de uma pessoa ou de um grupo. Os números mostram, no entanto, que apenas 7% dos entrevistados já ouviram o desabafo de seus amigos sobre a vivência de situações de agressão e humilhação na internet.
Uma pesquisa global, da empresa de segurança Trend Micro, indica que um terço dos jovens ativos na internet já passou por situações semelhantes. Também por conta dessa prática agressiva, o Dia da Internet Segura, realizado em 55 países nesta terça-feira (9), teve o tema “pense antes de postar”, com um alerta sobre os perigos das informações que são divulgadas de forma irresponsável na web.
Consequências extremas
Um exemplo bastante conhecido sobre as conseqüências negativas e extremas do cyberbullying é o da jovem Megan Meier, que se suicidou nos Estados Unidos em 2006, aos 13 anos. A responsável pela intimidação virtual da jovem foi Lori Drew, de 49 anos. Ela criou um perfil falso no MySpace de um jovem de 16 anos para humilhar Megan, que teria espalhado boatos sobre sua filha. Ambas eram vizinhas e frequentavam a mesma escola em St. Louis, no Estado do Missouri.
Megan tinha histórico de depressão e passou a trocar mensagens com o "rapaz", que dizia ter acabado de se mudar para o mesmo bairro. Meses depois, o falso jovem rompeu a amizade virtual com Megan, em uma mensagem que dizia que "o mundo ficaria melhor sem ela". Em seguida, a jovem se enforcou.
Brasil
O Brasil não tem casos tão emblemáticos, mas a prática do cyberbullying também é comum por aqui. Comunidades e perfis falsos no Orkut, contas fraudulentas no Twitter e blogs anônimos são algumas das formas encontradas pelos agressores virtuais para atormentar suas vítimas.
Na comunidade “Sofro ou já sofri bullying”, no Orkut, por exemplo, é possível encontrar o depoimento anônimo de uma pessoa que diz ser agredida virtualmente por colegas de sua escola, em Salvador. “Ultimamente algumas meninas (mesmo eu mudando de sala, elas ainda me atormentam) andam me chamando de vaca pelo Orkut. Pelos comentários de fotos da minha melhor amiga. Ela já tentou apagar, mas sempre botam de novo”, escreveu a vítima, descrevendo em seguida algumas frases de suas agressoras.
O caso da ex-estudante de Turismo Geisy Arruda, que em novembro do ano passado foi hostilizada por ir à universidade usando um vestido curto, poderia ter se tornado um caso de cyberbullyng se a jovem não tivesse revertido a situação a seu favor. Depois de ser escoltada por policiais para sair da Uniban, em São Bernardo do Campo (SP), o vídeo dos estudantes xingando Geisy foi parar no YouTube e o link passou a ser twittado por diversos internautas brasileiros, contribuindo assim para a fama repentina da loira. A primeira reação de muitos internautas foi xingar e criticar a então estudante.
No meio do turbilhão, ela participou de diversos programas de TV, reportagens para os maiores veículos de comunicação nacionais e chegou a aparecer no “New York Times”. Passada a confusão, Geisy aproveita o lado bom da fama: terá destaque em desfiles no Carnaval, fez cirurgias estéticas pagas por simpatizantes e atraiu um público virtual de mais de 7 mil pessoas no Bate-Papo do UOL, no final de janeiro.
Fonte: http://tecnologia.uol.com.br/seguranca/ultimas-noticias/2010/02/10/cyberbullying-preocupa-16-dos-jovens-brasileiros-diz-pesquisa.jhtm
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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
No 6º aniversário, Facebook redesenha formato do site
O Facebook está remodelando seu site novamente, desta vez para agilizar a navegação, com ênfase em aplicativos, games e busca. Na sexta-feira (5), o Facebook completou seu sexto ano de existência.
As mudanças começaram na quinta-feira, gradativamente. Como estão sendo feitas em etapas, nem todos os usuários podem vê-las imediatamente.
A maior rede social do mundo modificou seu formato ao longo dos anos, desde que deixou de ser uma rede para universitários e se ampliou para mais de 350 milhões de usuários em diversos países.
Mudanças no layout do passado tiveram protestos de diversos usuários, apesar de a equipe do site alegar que elas vêm para servir melhor a audiência. O Facebook diz que efetua testes durante meses, e que muitos usuários solicitam por modificações.
Com a última remodelação, os links para pedidos de novos amigos, mensagens e notificações de comentários não ficam mais dispersos: agora, eles residem no canto esquerdo superior da página.
A caixa de pesquisa ganha destaque maior com o novo design.
O chat do Facebook também se torna mais proeminente com a remodelação.
Os usuários podem agora ver os amigos que estão on-line sem ter que clicar em um link. A ferramenta, no entanto, não inclui todos os amigos, apenas aqueles com quem se comunicam com frequência.
Há também novos links à esquerda que levam os usuários para um painel de jogos e aplicativos utilizados, além de poder encontrar novos aplicativos e jogos a partir dos que os amigos usam.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u691313.shtml
As mudanças começaram na quinta-feira, gradativamente. Como estão sendo feitas em etapas, nem todos os usuários podem vê-las imediatamente.
A maior rede social do mundo modificou seu formato ao longo dos anos, desde que deixou de ser uma rede para universitários e se ampliou para mais de 350 milhões de usuários em diversos países.
Mudanças no layout do passado tiveram protestos de diversos usuários, apesar de a equipe do site alegar que elas vêm para servir melhor a audiência. O Facebook diz que efetua testes durante meses, e que muitos usuários solicitam por modificações.
Com a última remodelação, os links para pedidos de novos amigos, mensagens e notificações de comentários não ficam mais dispersos: agora, eles residem no canto esquerdo superior da página.
A caixa de pesquisa ganha destaque maior com o novo design.
O chat do Facebook também se torna mais proeminente com a remodelação.
Os usuários podem agora ver os amigos que estão on-line sem ter que clicar em um link. A ferramenta, no entanto, não inclui todos os amigos, apenas aqueles com quem se comunicam com frequência.
Há também novos links à esquerda que levam os usuários para um painel de jogos e aplicativos utilizados, além de poder encontrar novos aplicativos e jogos a partir dos que os amigos usam.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u691313.shtml
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Postar na web sem pensar pode causar arrependimento
O Dia da Internet Segura (“Safer Internet Day”) é realizado nesta terça-feira (9) em 55 países -- entre eles o Brasil --, que se mobilizam para instruir os internautas sobre o uso seguro e responsável da web. Neste ano, o tema do evento é “pense antes de postar” (think B4 U post), com um alerta sobre os perigos das informações que são divulgadas de forma irresponsável ou impulsiva no ambiente online. Confira abaixo exemplos de usuários que possivelmente não pensaram antes de postar, e suas consequencias.
Matéria Completa em:
http://tecnologia.uol.com.br/seguranca/ultimas-noticias/2010/02/09/veja-situacoes-em-que-internautas-provavelmente-nao-pensaram-antes-de-postar.jhtm
Matéria Completa em:
http://tecnologia.uol.com.br/seguranca/ultimas-noticias/2010/02/09/veja-situacoes-em-que-internautas-provavelmente-nao-pensaram-antes-de-postar.jhtm
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Blogs: primeiras impressões
Os BLOGS podem ter várias utilidades… entre elas é a de abastecer a Internet com conteúdo criado pelos próprios internautas para que não se tornem meros repetidores de idéias e notícias alheias.
É gerada muita informação por meio dos blogs, claro que existem muitos blogs com informação irrelevante ou outros pessoais demais (a pessoa usa como um canal para extravasar seus sentimentos), no entanto os blogs vem desencadeando uma série de debates(*) nos meios jornalísticos por conta desses conteúdos criados pelos blogueiros.
Hoje vivenciamos ainda mais a participação professores, cartunistas, professores e diversos profissionais escrevendo em seus blogs e assim democratizando o acesso à informação.
Por Anderson M. Marques
* Debate sobre jornalismo e acesso à informação
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=541JDB023
Reproduzido do Observatório do Direito à Comunicação, 10/6/2009; título original “Blog da Petrobras provoca debate sobre jornalismo e acesso à informação”
É gerada muita informação por meio dos blogs, claro que existem muitos blogs com informação irrelevante ou outros pessoais demais (a pessoa usa como um canal para extravasar seus sentimentos), no entanto os blogs vem desencadeando uma série de debates(*) nos meios jornalísticos por conta desses conteúdos criados pelos blogueiros.
Hoje vivenciamos ainda mais a participação professores, cartunistas, professores e diversos profissionais escrevendo em seus blogs e assim democratizando o acesso à informação.
Por Anderson M. Marques
* Debate sobre jornalismo e acesso à informação
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=541JDB023
Reproduzido do Observatório do Direito à Comunicação, 10/6/2009; título original “Blog da Petrobras provoca debate sobre jornalismo e acesso à informação”
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