A decisão sobre o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), que o governo federal está elaborando para universalizar o uso da internet no Brasil, foi adiada de novo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez nesta quinta-feira, 8/4, duas rodadas de reuniões que não apresentaram conclusão. O encontro terminou ainda há pouco em Brasília e Lula pediu um novo encontro para os próximos dias.
Um grupo de ministros e técnicos do governo participaram das duas reuniões para apresentar as propostas do PNBL ao presidente. A primeira parte foi de manhã e interrompida por causa da agenda de Lula que tinha um almoço no Palácio do Itamaraty com o presidente de Mali. A segunda etapa, retomou às 17h20 e terminou por volta das 19 horas.
Esse foi o terceiro encontro entre Lula e sua equipe para definir como será a implantação do PNBL. Uma próxima reunião deverá acontecer nos próximos dias. Não se sabe se haverá um encontro na próxima semana, já que Lula estará segunda e terça-feira em Washington (EUA).
Audiência no congresso
O PNBL foi um dos assuntos principais discutidos nesta quinta-feira em Brasília. Além das duas rodadas de reuniões com Lula, o programa foi tema de uma audiência públiva convocada pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI) da Câmara dos Deputados.
Foi a segunda audiência publica com membros da CCTCI, técnicos do governo e representantes do setor de telecom para saber como o PNBL será implantado no Brasil.
Fonte: http://computerworld.uol.com.br/telecom/2010/04/08/governo-adia-de-novo-decisao-sobre-plano-nacional-de-banda-larga
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sexta-feira, 9 de abril de 2010
sábado, 13 de março de 2010
Brasil atinge 2 milhões de domínios '.br'
O '.br' levou 17 anos para chegar ao primeiro milhão de domínios registrados e pouco mais de três anos para dobrar o volume, destaca NIC.br.
O Brasil alcançou a marca de 2 milhões de domínios '.br' na quinta-feira (11/3), anunciou o NIC.br (Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR), na quinta-feira (11/3). A coordenação dos registros de nomes de domínio no País é feita pelo serviço Registro.br.
A soma já havia sido prevista pelo diretor-presidente do NIC.br - braço executivo do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) -, Demi Getschko, em entrevista ao IDG Now!. Segundo ele, o '.br' levou 17 anos para chegar ao primeiro milhão de domínios registrados e pouco mais de três anos para dobrar o volume.
Mesmo durante a crise financeira mundial entre os anos de 2008 e 2009, a taxa de crescimento de registros de domínios se manteve estável, em torno de 20% anuais, ressalta Getschko, no comunicado do NIC.br.
O código brasileiro publicado há 21 anos, em 1989, está entre os dez com maior número de registros no mundo.
Contando a anuidade de 30 reais cobrada pela manutenção de cada domínio, o NIC.br terá uma receita de mais de 60 milhões por ano.
Fonte: http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/03/12/brasil-atinge-2-milhoes-de-dominios-br
O Brasil alcançou a marca de 2 milhões de domínios '.br' na quinta-feira (11/3), anunciou o NIC.br (Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR), na quinta-feira (11/3). A coordenação dos registros de nomes de domínio no País é feita pelo serviço Registro.br.
A soma já havia sido prevista pelo diretor-presidente do NIC.br - braço executivo do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) -, Demi Getschko, em entrevista ao IDG Now!. Segundo ele, o '.br' levou 17 anos para chegar ao primeiro milhão de domínios registrados e pouco mais de três anos para dobrar o volume.
Mesmo durante a crise financeira mundial entre os anos de 2008 e 2009, a taxa de crescimento de registros de domínios se manteve estável, em torno de 20% anuais, ressalta Getschko, no comunicado do NIC.br.
O código brasileiro publicado há 21 anos, em 1989, está entre os dez com maior número de registros no mundo.
Contando a anuidade de 30 reais cobrada pela manutenção de cada domínio, o NIC.br terá uma receita de mais de 60 milhões por ano.
Fonte: http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/03/12/brasil-atinge-2-milhoes-de-dominios-br
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Brasil atingiu 66,3 milhões de internautas em 2009
Brasileiros bateram recorde de navegação mensal de 44 horas, no ano passado. Acesso residencial somou 28,5 milhões, informa Ibope Nielsen Online.
O Brasil registrou 66,3 milhões de brasileiros com acesso à web em 2009, considerando conexão em casa, no trabalho e em locais públicos, informou o Ibope Nilsen Online nesta quarta-feira (10/2).
Pelo critério do Ibope, o número reflete o número de brasileiros com a possibilidade de conexão em dezembro, sem que necessariamente todos tenham navegado.
O número de internautas ativos no Brasil (ou seja, que navegou comprovadamente no período) atingiu 36,6 milhões em dezembro tanto em casa como no trabalho.
Como não mede o acesso vindo de pontos de acesso público, o Ibope não contempla LAN houses e telecentros entre os internautas ativos no Brasil.
Os brasileiros se mantém na liderança em horas mensais navegadas, em relação aos outros países pesquisados pela Nielsen.
Em dezembro de 2009, o Brasil registrou uma média de 44 horas navegadas, superando Estados Unidos (40 horas mensais), Austrália (39 horas) e França (38 horas).
O número de internautas residenciais chegou a 28,5 milhões de brasileiros, aumento de 16% em relação aos 24,5 milhões registrados em dezembro de 2008.
A comparação com o total de internautas ativos no Brasil no ano anterior não é possível já que o Ibope Nielsen Online só começou a computar o acesso dentro das empresas em maio.
Na ocasião, a consultoria afirmou que o País atingiu 34,5 milhões de internautas, o que configura aumento de 6% no número referente a dezembro de 2009.
"Não é um crescimento pequeno, mas domicílios tá crescendo mais. As pessoas estão navegando mais em casa mesmo. Se ele usava antes em outros lugares (como trabalho ou LAN house), ele está deixando para navegar em casa", afirma o analista de internet do Ibope Nielsen Online, José Calazans.
O que atraiu mais audiência no Brasil
Entre as categorias que mais atraíram atenção dos brasileiros, a Telecom/Serviços de Internet lidera, com 34,58 milhões de internautas e tempo mensal médio de navegação de 9 horas.
A categoria inclui serviços de e-mail, comunicadores instantâneos e sites de download e hospedagem.
Na segunda posição está a categoria Buscadores, Portais e Comunidades, com 34,51 milhões de internautas e 6 horas e 43 minutos de tempo médio navegado durante o mês.
Além de redes sociais, como Orkut e Facebook, a categoria contempla também acesso a plataformas de blogs, como Blogspot e WordPress, além de buscadores (como Google, Yahoo e Bing) e portais (como UOL, iG, Terra, Globo.com, MSN e Yahoo).
A categoria Entretenimento, que engloba sites de vídeos (como YouTube e vídeos de portais), espores, games, música, humor e adultos, aparece em terceiro, com 31,6 milhões de internautas e 4 horas e 55 minutos médios em dezembro.
Fonte: http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/02/10/brasil-atingiu-66-3-milhoes-de-internautas-ativos-em-2009/
O Brasil registrou 66,3 milhões de brasileiros com acesso à web em 2009, considerando conexão em casa, no trabalho e em locais públicos, informou o Ibope Nilsen Online nesta quarta-feira (10/2).
Pelo critério do Ibope, o número reflete o número de brasileiros com a possibilidade de conexão em dezembro, sem que necessariamente todos tenham navegado.
O número de internautas ativos no Brasil (ou seja, que navegou comprovadamente no período) atingiu 36,6 milhões em dezembro tanto em casa como no trabalho.
Como não mede o acesso vindo de pontos de acesso público, o Ibope não contempla LAN houses e telecentros entre os internautas ativos no Brasil.
Os brasileiros se mantém na liderança em horas mensais navegadas, em relação aos outros países pesquisados pela Nielsen.
Em dezembro de 2009, o Brasil registrou uma média de 44 horas navegadas, superando Estados Unidos (40 horas mensais), Austrália (39 horas) e França (38 horas).
O número de internautas residenciais chegou a 28,5 milhões de brasileiros, aumento de 16% em relação aos 24,5 milhões registrados em dezembro de 2008.
A comparação com o total de internautas ativos no Brasil no ano anterior não é possível já que o Ibope Nielsen Online só começou a computar o acesso dentro das empresas em maio.
Na ocasião, a consultoria afirmou que o País atingiu 34,5 milhões de internautas, o que configura aumento de 6% no número referente a dezembro de 2009.
"Não é um crescimento pequeno, mas domicílios tá crescendo mais. As pessoas estão navegando mais em casa mesmo. Se ele usava antes em outros lugares (como trabalho ou LAN house), ele está deixando para navegar em casa", afirma o analista de internet do Ibope Nielsen Online, José Calazans.
O que atraiu mais audiência no Brasil
Entre as categorias que mais atraíram atenção dos brasileiros, a Telecom/Serviços de Internet lidera, com 34,58 milhões de internautas e tempo mensal médio de navegação de 9 horas.
A categoria inclui serviços de e-mail, comunicadores instantâneos e sites de download e hospedagem.
Na segunda posição está a categoria Buscadores, Portais e Comunidades, com 34,51 milhões de internautas e 6 horas e 43 minutos de tempo médio navegado durante o mês.
Além de redes sociais, como Orkut e Facebook, a categoria contempla também acesso a plataformas de blogs, como Blogspot e WordPress, além de buscadores (como Google, Yahoo e Bing) e portais (como UOL, iG, Terra, Globo.com, MSN e Yahoo).
A categoria Entretenimento, que engloba sites de vídeos (como YouTube e vídeos de portais), espores, games, música, humor e adultos, aparece em terceiro, com 31,6 milhões de internautas e 4 horas e 55 minutos médios em dezembro.
Fonte: http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/02/10/brasil-atingiu-66-3-milhoes-de-internautas-ativos-em-2009/
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Cyberbullying preocupa 16% dos internautas jovens no Brasil
A prática do cyberbullying, ou intimidação virtual, representa um dos maiores riscos da internet para 16% dos jovens brasileiros conectados à rede. Isso é o que mostra uma pesquisa realizada em fevereiro de 2010 pela Safernet, ONG de defesa dos direitos humanos na internet, envolvendo 2.160 internautas do país com idades entre 10 e 17 anos.
Esse mesmo estudo indica que 38% dos jovens reconhecem ter um amigo que já foi vítima de cyberbullying – quando sofrem atitudes agressivas, intencionais e repetitivas no universo virtual, vindas de uma pessoa ou de um grupo. Os números mostram, no entanto, que apenas 7% dos entrevistados já ouviram o desabafo de seus amigos sobre a vivência de situações de agressão e humilhação na internet.
Uma pesquisa global, da empresa de segurança Trend Micro, indica que um terço dos jovens ativos na internet já passou por situações semelhantes. Também por conta dessa prática agressiva, o Dia da Internet Segura, realizado em 55 países nesta terça-feira (9), teve o tema “pense antes de postar”, com um alerta sobre os perigos das informações que são divulgadas de forma irresponsável na web.
Consequências extremas
Um exemplo bastante conhecido sobre as conseqüências negativas e extremas do cyberbullying é o da jovem Megan Meier, que se suicidou nos Estados Unidos em 2006, aos 13 anos. A responsável pela intimidação virtual da jovem foi Lori Drew, de 49 anos. Ela criou um perfil falso no MySpace de um jovem de 16 anos para humilhar Megan, que teria espalhado boatos sobre sua filha. Ambas eram vizinhas e frequentavam a mesma escola em St. Louis, no Estado do Missouri.
Megan tinha histórico de depressão e passou a trocar mensagens com o "rapaz", que dizia ter acabado de se mudar para o mesmo bairro. Meses depois, o falso jovem rompeu a amizade virtual com Megan, em uma mensagem que dizia que "o mundo ficaria melhor sem ela". Em seguida, a jovem se enforcou.
Brasil
O Brasil não tem casos tão emblemáticos, mas a prática do cyberbullying também é comum por aqui. Comunidades e perfis falsos no Orkut, contas fraudulentas no Twitter e blogs anônimos são algumas das formas encontradas pelos agressores virtuais para atormentar suas vítimas.
Na comunidade “Sofro ou já sofri bullying”, no Orkut, por exemplo, é possível encontrar o depoimento anônimo de uma pessoa que diz ser agredida virtualmente por colegas de sua escola, em Salvador. “Ultimamente algumas meninas (mesmo eu mudando de sala, elas ainda me atormentam) andam me chamando de vaca pelo Orkut. Pelos comentários de fotos da minha melhor amiga. Ela já tentou apagar, mas sempre botam de novo”, escreveu a vítima, descrevendo em seguida algumas frases de suas agressoras.
O caso da ex-estudante de Turismo Geisy Arruda, que em novembro do ano passado foi hostilizada por ir à universidade usando um vestido curto, poderia ter se tornado um caso de cyberbullyng se a jovem não tivesse revertido a situação a seu favor. Depois de ser escoltada por policiais para sair da Uniban, em São Bernardo do Campo (SP), o vídeo dos estudantes xingando Geisy foi parar no YouTube e o link passou a ser twittado por diversos internautas brasileiros, contribuindo assim para a fama repentina da loira. A primeira reação de muitos internautas foi xingar e criticar a então estudante.
No meio do turbilhão, ela participou de diversos programas de TV, reportagens para os maiores veículos de comunicação nacionais e chegou a aparecer no “New York Times”. Passada a confusão, Geisy aproveita o lado bom da fama: terá destaque em desfiles no Carnaval, fez cirurgias estéticas pagas por simpatizantes e atraiu um público virtual de mais de 7 mil pessoas no Bate-Papo do UOL, no final de janeiro.
Fonte: http://tecnologia.uol.com.br/seguranca/ultimas-noticias/2010/02/10/cyberbullying-preocupa-16-dos-jovens-brasileiros-diz-pesquisa.jhtm
Esse mesmo estudo indica que 38% dos jovens reconhecem ter um amigo que já foi vítima de cyberbullying – quando sofrem atitudes agressivas, intencionais e repetitivas no universo virtual, vindas de uma pessoa ou de um grupo. Os números mostram, no entanto, que apenas 7% dos entrevistados já ouviram o desabafo de seus amigos sobre a vivência de situações de agressão e humilhação na internet.
Uma pesquisa global, da empresa de segurança Trend Micro, indica que um terço dos jovens ativos na internet já passou por situações semelhantes. Também por conta dessa prática agressiva, o Dia da Internet Segura, realizado em 55 países nesta terça-feira (9), teve o tema “pense antes de postar”, com um alerta sobre os perigos das informações que são divulgadas de forma irresponsável na web.
Consequências extremas
Um exemplo bastante conhecido sobre as conseqüências negativas e extremas do cyberbullying é o da jovem Megan Meier, que se suicidou nos Estados Unidos em 2006, aos 13 anos. A responsável pela intimidação virtual da jovem foi Lori Drew, de 49 anos. Ela criou um perfil falso no MySpace de um jovem de 16 anos para humilhar Megan, que teria espalhado boatos sobre sua filha. Ambas eram vizinhas e frequentavam a mesma escola em St. Louis, no Estado do Missouri.
Megan tinha histórico de depressão e passou a trocar mensagens com o "rapaz", que dizia ter acabado de se mudar para o mesmo bairro. Meses depois, o falso jovem rompeu a amizade virtual com Megan, em uma mensagem que dizia que "o mundo ficaria melhor sem ela". Em seguida, a jovem se enforcou.
Brasil
O Brasil não tem casos tão emblemáticos, mas a prática do cyberbullying também é comum por aqui. Comunidades e perfis falsos no Orkut, contas fraudulentas no Twitter e blogs anônimos são algumas das formas encontradas pelos agressores virtuais para atormentar suas vítimas.
Na comunidade “Sofro ou já sofri bullying”, no Orkut, por exemplo, é possível encontrar o depoimento anônimo de uma pessoa que diz ser agredida virtualmente por colegas de sua escola, em Salvador. “Ultimamente algumas meninas (mesmo eu mudando de sala, elas ainda me atormentam) andam me chamando de vaca pelo Orkut. Pelos comentários de fotos da minha melhor amiga. Ela já tentou apagar, mas sempre botam de novo”, escreveu a vítima, descrevendo em seguida algumas frases de suas agressoras.
O caso da ex-estudante de Turismo Geisy Arruda, que em novembro do ano passado foi hostilizada por ir à universidade usando um vestido curto, poderia ter se tornado um caso de cyberbullyng se a jovem não tivesse revertido a situação a seu favor. Depois de ser escoltada por policiais para sair da Uniban, em São Bernardo do Campo (SP), o vídeo dos estudantes xingando Geisy foi parar no YouTube e o link passou a ser twittado por diversos internautas brasileiros, contribuindo assim para a fama repentina da loira. A primeira reação de muitos internautas foi xingar e criticar a então estudante.
No meio do turbilhão, ela participou de diversos programas de TV, reportagens para os maiores veículos de comunicação nacionais e chegou a aparecer no “New York Times”. Passada a confusão, Geisy aproveita o lado bom da fama: terá destaque em desfiles no Carnaval, fez cirurgias estéticas pagas por simpatizantes e atraiu um público virtual de mais de 7 mil pessoas no Bate-Papo do UOL, no final de janeiro.
Fonte: http://tecnologia.uol.com.br/seguranca/ultimas-noticias/2010/02/10/cyberbullying-preocupa-16-dos-jovens-brasileiros-diz-pesquisa.jhtm
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